[RESENHA] Tales from Moominvalley – Tove Jansson

talesTítulo: Tales from Moominvalley
Autoria: Tove Jansson
Editora: Square Fish
Nº de páginas: 192
Gênero: Infanto-juvenil | Fantasia
Nota: ★★★★

Nessa semana eu li um monte de livrinhos – uns que eu gostei, outros que não gostei, então vamos manter a positividade no blog e postar só as coisas boas, que tal? A bola da vez é Tales from Moominvalley, da Tove Jansson. E antes de começar a resenha, quero explicar aqui o que diabos são os Moomins de quem tanto falo. Os Moomins são personagens de uma série de livros e quadrinhos fino-suecos criada pela Tove no fim da Segunda Guerra Mundial e durando até um pouco depois da morte da mãe da autora (1970). Os quadrinhos têm um tom mais satírico e adulto e os livros são mais infanto-juvenis, daqueles infantos de qualidade que você lê como adulto e entende todas as nuances e sabedoria que a autora passa. A série segue a família Moomin – o filho Moomintroll, a mãe Moominmamma e o pai Moominpappa – em sua vidinha comum no Vale dos Moomins, vivendo aventuras com os amigos e tudo mais.

Recentemente, aqui no Brasil, três editoras publicaram material dos Moomins: a editora Autêntica publicou os dois primeiros livros (Cometa na Terra dos MoominsOs Moomins e o

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eu tenho a coleção completa dos quadrinhos, deixa eu ostentar poarr

Chapéu do Mago), a Conrad publicou o primeiro livro de quadrinhos e A Bolha Editora publicou o segundo. (Da Tove, acho que são uns nove no total.)

(E é interessante ver que a série vai ficando cada vez mais séria e melancólica com o passar do tempo. O primeiro livro, Cometa no Vale dos Moomins, é uma aventura bem straightfoward. O último, Moominvalley in November, não apenas não têm os Moomins como os protagonistas mas também é o conto de vários amigos da família tentando lidar com sua ausência.)

Dito isso, a premissa do Tales from Moominvalley é simples: são nove contos passados no universo dos Moomins. Só isso. Então vamos à resenha, separando por contos.

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[RESENHA] O Castelo das Águias – Ana Lúcia Merege

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Título: O Castelo das Águias
Autoria: Ana Lúcia Merege
Editora: Draco
Nº de páginas: 192
Gênero: Fantasia | Juvenil
Nota: ★★★★⛥

 

 

 

O Castelo das Águias, romance fantástico de Ana Lúcia Merege, é um lugar especial. Localizado nas Terras Férteis de Athelgard, região habitada por homens e elfos, abriga uma surpreendente Escola de Magia, onde os aprendizes devem se iniciar nas artes dos bardos e dos saltimbancos antes de qualquer encanto ou ritual. Apesar de sua juventude, Anna de Bryke aceita o desafio de se tornar a nova Mestra de Sagas do Castelo. Aprende os princípios da Magia da Forma e do Pensamento e tem a oportunidade de conhecer pessoas como o idealizador da Escola, Mestre Camdell; Urien, o professor de Música; Lara, uma maga frágil e enigmática, e o austero Kieran de Scyllix, o guardião das águias que mantêm um forte elo místico com os moradores do Castelo. Enquanto se habitua à nova vida e descobre em Kieran um poço de sentimentos confusos e turbulentos, uma exigência do Conselho de Guerra das Terras Férteis põe em risco a vida e a liberdade das águias. Com o apoio de Kieran, Anna lutará para preservá-las, desvendando uma trama de conspiração e segredos que envolvem importantes magos do Castelo.

Eu gosto desse livro. Gosto demais dele. Ele é confortável, simples, nostálgico: é uma volta a um imaginário medieval da minha juventude, de jogos de RPG e filmes do fim dos anos 80 ao começo dos 90. É algo que eu procurava há muito, mas nunca tinha encontrado. Algo positivo, otimista, mas também humilde, sem essas coisas de salvar o mundo ou derrotar o Grande Lorde do Mal.

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[RESENHA] Missão Pré-Sal 2025 – Vivianne Geber

Missão pré-sal 2025Título: Missão Pré-Sal 2025
Autoria: Vivianne Geber
Editora: Record
Nº de páginas: 252
Gênero: Thriller | Ficção policial | Militar
Nota: ★★★★⛥

 

 

 

Londres, segunda década do século XXI. Rodolfo Ruppel, oficial da Marinha brasileira, é enviado à capital britânica numa missão secreta, sob o pretexto de participar de evento de uma empresa especializada em defesa naval. Viaja com a esposa, Carla, e pretende aproveitar a oportunidade para tentar reinventar o casamento já desgastado.
Pouco lhe é informado acerca da missão, mas sabe que terá de recapturar informações roubadas sobre o ambicioso Projeto Pré-Sal 2025, grande conquista tecnológica da Marinha brasileira: um submarino híbrido, semidiesel, seminuclear – a arma capaz de alçar o país à elite militar mundial –, cujo principal objetivo era a defesa do pré-sal brasileiro.
As instruções, criptografadas em Os girassóis, de Vincent Van Gogh, envolvem Ruppel em uma rede de alianças e traições, trama intrincada em que conhece a misteriosa e sedutora engenheira naval Victoria Borges, que o conduzirá a um mundo de prazer e perigo até então desconhecido.

IMPRESSIONANTE.

Me interessei pelo livro por ser um thriller policial/de espionagem e pela autora ser de Marinha e mandei ver. O enredo está bem resumido na sinopse: Rodolfo Ruppel, capitão-de-corveta, é mandado para Londres com a esposa Carla para resolver uma missão importante e secreta. Coisas acontecem. E quanta coisa acontece! Esse é o primeiro thriller do tipo que leio, e definitivamente me animou tanto para ler mais coisas do gênero quanto coisas da autora.

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