[RESENHA] O Castelo das Águias – Ana Lúcia Merege

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Título: O Castelo das Águias
Autoria: Ana Lúcia Merege
Editora: Draco
Nº de páginas: 192
Gênero: Fantasia | Juvenil
Nota: ★★★★⛥

 

 

 

O Castelo das Águias, romance fantástico de Ana Lúcia Merege, é um lugar especial. Localizado nas Terras Férteis de Athelgard, região habitada por homens e elfos, abriga uma surpreendente Escola de Magia, onde os aprendizes devem se iniciar nas artes dos bardos e dos saltimbancos antes de qualquer encanto ou ritual. Apesar de sua juventude, Anna de Bryke aceita o desafio de se tornar a nova Mestra de Sagas do Castelo. Aprende os princípios da Magia da Forma e do Pensamento e tem a oportunidade de conhecer pessoas como o idealizador da Escola, Mestre Camdell; Urien, o professor de Música; Lara, uma maga frágil e enigmática, e o austero Kieran de Scyllix, o guardião das águias que mantêm um forte elo místico com os moradores do Castelo. Enquanto se habitua à nova vida e descobre em Kieran um poço de sentimentos confusos e turbulentos, uma exigência do Conselho de Guerra das Terras Férteis põe em risco a vida e a liberdade das águias. Com o apoio de Kieran, Anna lutará para preservá-las, desvendando uma trama de conspiração e segredos que envolvem importantes magos do Castelo.

Eu gosto desse livro. Gosto demais dele. Ele é confortável, simples, nostálgico: é uma volta a um imaginário medieval da minha juventude, de jogos de RPG e filmes do fim dos anos 80 ao começo dos 90. É algo que eu procurava há muito, mas nunca tinha encontrado. Algo positivo, otimista, mas também humilde, sem essas coisas de salvar o mundo ou derrotar o Grande Lorde do Mal.

A história narra as aventuras da Mestra Anna de Bryke (só chamo ela de Mestra Anna por algum motivo, acho que é porque sou um eterno estudante), recém-chegada na Escola de Artes Mágicas de Vrindavahn, e seu envolvimento com as tretas das águias de moram por lá e que podem ser transformadas magicamente em criaturas da guerra. Apesar do enredo “principal” ser esse – um pequeno problema político – o que mais me chama atenção no livro é o ambiente que Ana Lúcia Merege cria. Nostálgico, cheio de natureza e magia.

As personagens são adoráveis (gosto demais da Anna e do Kieran, e agora que li O Tesouro dos Mares Gelados gosto ainda mais do Thorold e da Freydis) e são desenvolvidas em várias outras histórias de Athelgard, o que significa que nunca faltará conteúdo para ler (e como!). A única coisa que achei foi que a Anna ficou um pouco apagada com todos os acontecimentos, mas a narrativa dela é muito agradável de ler.

Sei lá. Eu gosto demais desse livro.

(Aliás, curti demais a ideia da Anna como alguém culturalmente indígena \o/\o/)

(Aliás de novo, reparei que o site da própria editora classifica o livro como infanto-juvenil. Acho que a linguagem e a estrutura são um pouco avançados para o público infanto, e também acho que não faz o jeito da literatura YA, então aqui chamo de juvenil.)

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